Uma necessidade contínua

Oiii, gente ! A Paz do Senhor ! Tudo bem ?

Como prometido, tenho um texto muiiito legal pra compartilhar com vocês !
Demorei um pouquinho de novo pra escrever, mas estou aqui !
Mas enfim, vamos pro texto ! Ele é realmente muiiito abençoador e pra variar é lá do iPródigo !

“ A história de Jonas nos mostra que o evangelho – as boas novas de que Deus busca os pecadores sem medir esforços para salvá-los – é tanto para cristãos como para não cristãos. A vida de Jonas é uma prova disso, pois Jonas, que conhecia a Deus, obviamente necessitava tanto de salvação quanto qualquer outro personagem da história. De fato, sua necessidade de resgate acaba ganhando muito mais ênfase do que que a dos outros. É a história dele, não a dos Ninivitas, que aparece mais.
Só isso já deveria ser suficiente para nos convencer de que o resgate de Deus é uma necessidade contínua para cristãos e não cristãos.

Os evangelhos não são simplesmente um conjunto de verdades que os não cristãos devem acreditar para se tornarem salvos. É uma realidade que os cristãos devem abraçar diariamente para experimentarem a salvação. O evangelho não apenas nos salva da penalidade do pecado (pela justificação), mas também nos salva do poder do pecado (pela santificação) dia após dia. Ou, como John Piper disse certa vez, “A cruz não é só um lugar passado de substituição objetiva; é um lugar presente de execução subjetiva”. Nosso pecado diário requer a graça diária de Deus – a graça que vem a nós através da obra completa de Jesus Cristo.

As igrejas tem estado em conflito por anos a respeito de se os cultos devem ser voltados aos cristãos (para encorajá-los e fortalecê-los) ou aos não cristãos (para atraí-los e conquistá-los).
Mas esse debate e o conflito sobre ele é uma perda de foco. Estamos fazendo as perguntas erradas e assumindo conceitos errados. A verdade é que nossos cultos devem ser voltados a pecadores em necessidade do resgate de Deus – e isso inclui tanto cristãos quanto não cristãos. Já que os dois grupos precisam da intervenção de Deus, ambos precisam do evangelho.

Cristãos necessitam do evangelho porque nossos corações estão sempre propensos a se desviarem; somos sempre tentados a fugir de Deus. É preciso o poder do evangelho para nos direcionar de volta ao primeiro amor. Caminhar conscientemente em direção ao evangelho deve ser uma realidade e uma experiência diária para todos nós. Isso significa, como Jerry Bridges nos lembra, “pregar o evangelho para nós mesmos todos os dias”. Devemos permitir que Deus nos lembre todos os dias, através de sua Palavra, sobre a obra completa de Cristo em favor dos pecadores para continuarmos convencidos de que o evangelho é relevante.

Eu vejo que sou especialmente necessitado de um ajuste de foco, por meio do evangelho, para me manter longe de uma constante tendência de caminhar em direção à um relacionamento de barganha com Deus. Não estou sozinho nesse caminho; Jerry Bridges observa o quão comum é isso em nosso meio:

Minha observação sobre o cristianismo me revela que a maioria de nós tende a basear nosso relacionamento com Deus em nossas atitudes ao invés da graça. Se agirmos bem – seja lá o que “bem” significa para cada um de nós – então esperamos que Deus nos abençoe. Se não agirmos tão bem, nossas expectativas diminuem na mesma proporção. Nesse sentido, vivemos pelas nossas obras, ao invés de vivermos pela graça. Somos salvos pela graça, mas ainda vivemos pelo “suor” de nossas próprias obras.

Mais ainda, estamos sempre nos desafiando e desafiando uns aos outros a “tentar um pouco mais”. Parece que acreditamos que o sucesso da vida cristã (seja lá como definimos “sucessos”) depende basicamente de nós: nosso comprometimento, nossa disciplina e nosso zelo, com alguma ajuda de Deus ao longo do caminho. Falamos da boca para fora que somos como o apóstolo Paulo, “Mas, pela graça de Deus, sou o que sou” (1 Coríntios 15:10), mas nosso lema velado é “Deus ajuda quem se ajuda”.

O reconhecimento de que meu relacionamento diário com Deus é baseado nos méritos infinitos de Cristo, ao invés das minhas obras, é uma experiência muito libertadora e confortante.

A diferença entre viver para Deus e viver para qualquer outra coisa é que quando nós vivemos para qualquer outra coisa, o fazemos para sermos aceitos, mas quando vivemos para Deus, o fazemos porque já fomos aceitos. Verdadeira liberdade (a liberdade que apenas o evangelho garante) é viver para algo que já nos favoreceu ao invés de viver por algo em troca de favorecimento. ”

Bom de mais o texto neh ?!

Que nós nunca percamos essa necessidade de sempre buscarmos o Senhor e sermos renovados n’Ele ! É somente num relacionamento diário com Jesus que nos tornamos aptos a abrirmos mão
de tudo o que o mundo nos oferece e sermos verdadeiramente livres !

Ele sempre está a nossa espera !

Fiquem com Deus,

Simplesmente como Jesus ♔

2 comentários a “Uma necessidade contínua”

  1. “Pregar o evangelho para nós mesmos todos os dias”

    Infelizmente, nós temos a tendência a permanecermos na zona de conforto achando que estamos salvos, mas devemos nos lembrar que devemos buscar a salvação a todos os segundos de nossa vida, por isso a necessidade de pregarmos p/ nós mesmos, é fácil pregarmos p/ os outros, o dificil é nós pregarmos p/ nós, pois automaticamente, viveriamos o evangelho e é algo que infelizmente não temos conseguido.

  2. “Pregar o evangelho para nós mesmos todos os dias”    

    Renunciar nossas vontades, para que elE cresça, e nos venhamos diminuir. Tomar a decisão de seguir a Jesus e não se contaminar com as coisas do mundo, é a melhor coisa que se pode fazer na vida. É muito chato viver a vida somente por você mesmo, aprender um pouco sobre ela e ter a certeza de que a morte virá, mas sem saber o real motivo que ela tem. Se é que alguém sabe que morte é algo precioso. Tá. É loucura isso. É loucura deixar tudo por amor a Deus. É loucura viver no meio da rapaziada sem fazer o que eles fazem, guardar seu corpo e renunciar seus sonhos. É loucura fazer algo que não agrada a Deus e se arrepender muito disso, a ponto de deixar tudo por Ele; a ponto de arrumar e desarrumar as malas; a ponto de chorar uma noite inteira; a ponto de ser assim, absurdamente louca pelo cara que morreu por você na cruz. É isso que tentamos explicar, é tão difícil entender quanto viver. Mas é a sensação mais inimaginável desse mundo. A decisão de desagradar seja quem for, pra agradar a Deus. Somente ele.

    Que Deus te abençoe Guilherme ( :

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